novembro 22, 2008

No ritmo da Balada

Finalmente consegui ir num dos encontros da Balada Literária, arre! Hoje foi na Biblioteca Alceu Amoroso Lima e não podia ter sido melhor! Com a curadoria de Marcelino Freire e Maria Alzira Brum, o bate papo reuniu figuras impagáveis.

Marcelino (em pé), Fabrício Marques, Jomard Muniz de Britto, Sebastião Nunes e Fabrício Carpinejar.



Imagine um gostoso encontro de escritores bem humorados e cheios de histórias para contar. Pois é, foi isso que aconteceu para alegria do público. O pernambucano Jomard de Britto (camisa colorida) e o mineiro Sebastião Nunes (camiseta preta e óculos) fizeram a platéia se deliciar com o jeito despojado e direto de expor as idéias e contar os causos mais improváveis e divertidos. Os Fabrícios, Marques e Carpinejar (em cada extremidade da mesa), fizeram a mediação do animado bate papo.


Carpinejar

Confesso que a surpresa do dia, pra mim, foi ver Fabrício Carpinejar ao vivo e a cores. Eu só conhecia o poeta pelos textos da internet e pelo site que vejo com frequência. Li apenas "Filhote de cruz credo" (infanto juvenil). Carpinejar traça as palavras com encanto e muita sensibilidade, seus textos tocam o coração. Talvez por isso eu sempre o imaginei caladão, do tipo que observa mais do que fala, coisa de gente tímida. Doce engano! Adorei a mistura deliciosa de ironia e humor com que ele mantêm a conversa, a tiração de sarro "seríssima" e o jeito de encarar as pessoas. Além disso, é ex-tre-ma-men-te carinhoso com o público.


Aqui o autógrafo que ganhei, seguido de um abraço de urso sem igual (Andresa, essa é pra você morrer de inveja, tá? pode ir mordendo o tapete, minha filha!).


Na platéia, a fofa da Ivana Arruda atenta a tudo...

... o escritor e ensaísta Francisco Bosco (na ponta esquerda, de perfil e óculos) e Marcelino logo ao fundo, virado para trás e acompanhando Jomard que fez uma performance inusitada: percorreu os quatro cantos do auditório lendo uma montagem de textos redigidos em cartões postais que ia entregando aos ouvintes ao término de cada trecho.


Eu fui uma das contempladas (eeebaaa!!) e voltei pra casa com parte do "discurso".


Olha ele aqui, bem pertinho devorando as letras e segurando os cartões e a atenção do público.



E pra finalizar, uma foto com "ele". Não adiante negar, você até pode não gostar do estilo literário do Marcelino ... mas o cabra é uma simpatia ímpar - adooooooooro com todas as letras!

* Sr. Palavrinhas e Palavrões: na próxima, quero te ver por lá
(você ia adorar ver isso, tenho certeza!).

;o)

5 comentários:

Ivana Arruda Leite disse...

Adorei!
Um beijo e obrigada pelo "fofa".

Vinícius Rocha disse...

Que legal, pudera bater presença também...

beijos

Adriano Queiroz disse...

Lígia, eu estou comendo meu cotovelo. Arrependido ao último.
Alguém já descobriu uma máquina de voltar no tempo? hehehe
O Marcelino é realmente mega simpático.

Sr. Palavrinhas & Palavrões estará na próxima com certeza!

Bjão.

Andresa disse...

que ÓDIO que ÓDIO que ÓDIO!
Você é muito irritante.
(eu tenho esse livro, tá... sem autógrafo..mas tenho!!!)

Lígia Pin disse...

Você me ama, BOSS... não adianta ficar com raiva, meu bem!