novembro 16, 2008

Alas Rotas

O México me persegue. Vi outra exposição sobre esse país tão místico e colorido, com belíssimas fotos no corredor do Conjunto Nacional.

E logo adiante, eis que "ela" ressurge pra quem quiser olhar.


E vejam o que estava me esperando na vitrine da livraria...

Tcha-rannnnn!


O Diário de Frida Kahlo já foi editado em português (José Olympio, 1995) mas está fora de catálogo há tempos. A edição em inglês tem introdução de Carlos Fuentes e cometários de Sarah M. Lowe. A obra traz anotações, poemas, desenhos, rabiscos, listas e o que mais Frida conseguiu registrar de forma esporádica nos últimos anos de sua vida.

"Retrato de Neferúnico, o fundador da Loucura"

Alguns registros ilustram de forma clara seu declínio físico outros, sua vital ligação com Diego Rivera.


"Diego, princípio
Diego, construtor
Diego, meu bebê
Diego, meu noivo
Diego, pintor
Diego, meu amante
Diego, meu esposo
Diego, meu amigo
Diego, minha mãe
Diego, meu pai
Diego, meu filho
Diego= eu
Diego, universo
Diversidade na unidade
Porque é que lhe chamo de "meu Diego"?
Nunca foi e nem será meu
Ele é de si mesmo"

"Quem é este idiota?"

E a mais famosa de suas frases:
"Pés, para que os quero
Se tenho asas para voar?"


(legendas/tradução livre: euzinha)

2 comentários:

Leo|mascaro disse...

Adorei a parte do: Tcha-rannnnn! kkk
Só você mesmo!!

bjao!

Vinícius Rocha disse...

Ahhh Frida... Frida sofrida, Frida vida!
Com quantas cores se pode expressar as tragédias da vida nao?

bjs